Em uma reviravolta jurídica ocorrida nos momentos finais do prazo da Justiça Eleitoral, o empresário e influenciador digital Pablo Marçal formalizou o registro de sua candidatura à Presidência da República pelo Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB).
A consolidação do registro ocorreu após uma decisão liminar de primeira instância concedida horas antes da data limite. A medida judicial permitiu que Marçal se desfiliasse do União Brasil — legenda à qual havia se juntado em março daquele ano — e retornasse ao PRTB, viabilizando sua participação no pleito presidencial.
A trajetória da candidatura, no entanto, foi marcada por intensa disputa interna. O PRTB enfrentou divergências entre alas partidárias sobre a manutenção do nome do empresário na disputa ao Palácio do Planalto, o que gerou sucessivos recursos e debates no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

















































































































































































































































































