
O escândalo do Banco Master vem sendo usado por lideranças da direita como estratégia política para as eleições de 2026, com foco em conquistar maioria no Senado e ampliar a pressão sobre o STF. Aliados de Jair Bolsonaro avaliam que o caso reforça críticas às instituições e pode impulsionar candidaturas alinhadas a um discurso mais duro contra a Corte.
O objetivo central é eleger ao menos 41 senadores, garantindo controle da Casa e viabilizando pautas como pedidos de impeachment de ministros do STF. Para isso, Bolsonaro busca lançar candidatos de sua confiança, evitando alianças com o Centrão e priorizando nomes ideologicamente alinhados.
O caso também tem sido explorado por parlamentares para defender maior controle do Judiciário pelo Senado. Pesquisas indicam que essa pauta tem apoio relevante da população, inclusive fora da direita, com muitos eleitores favoráveis a senadores que apoiem o impeachment de ministros.
Especialistas avaliam que o foco no Senado reflete sua importância institucional, já que a Casa tem poder de julgar ministros do STF e influenciar o equilíbrio entre os Poderes. Embora o impacto eleitoral do caso seja indireto, ele fortalece o discurso político sobre a necessidade de maior controle do Judiciário.







































































































































































































































































