ELEIÇÕES 2026: QUEM SÃO OS PRÉ-CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA?

Com o cenário político para 2026 começando a se desenhar, o Brasil se prepara para uma disputa que mistura veteranos, herdeiros políticos e novas frentes. Entre tentativas de reeleição inéditas e a busca por uma “terceira via”, confira quem são os nomes que já movimentam os bastidores:

O Candidato à Reeleição

Lula (PT): Aos 81 anos, o atual presidente busca um feito inédito: o quarto mandato. Embora tivesse sinalizado anteriormente que não concorreria, Lula confirmou a pré-candidatura para defender o legado de seus programas sociais. Atualmente, lidera as pesquisas de primeiro turno e aparece em empate técnico na simulação de segundo turno.

O Herdeiro do Bolsonarismo

Flávio Bolsonaro (PL): Escolhido diretamente pelo pai, Jair Bolsonaro, o senador consolidou-se como o principal nome da oposição, superando expectativas de aliados como Tarcísio de Freitas. Sua plataforma foca na anistia ao ex-presidente e aos condenados pelos atos de 2023. Aparece em segundo lugar nas pesquisas de primeiro turno, vencendo Lula no segundo turno.

Os Governadores na Disputa

Ronaldo Caiado (PSD): O governador de Goiás migrou para o PSD de Gilberto Kassab para viabilizar seu projeto presidencial. Aos 76 anos e com 4% das intenções de voto, Caiado tenta se posicionar como uma alternativa à polarização, embora mantenha acenos à base bolsonarista ao defender anistia para os envolvidos nos atos de 2023.

Romeu Zema (Novo): Após renunciar ao governo de Minas Gerais para focar na campanha, o empresário tenta levar o modelo de gestão mineiro ao plano federal. Zema, que foi reeleito em primeiro turno em seu estado, registra atualmente entre 3% e 4% nas pesquisas.

Novos Nomes e Veteranos

Renan Santos (Missão): Fundador do MBL, o pré-candidato de 42 anos estreia em urnas pelo recém-criado partido “Missão”. Representando a militância surgida em 2013, ele pontua entre 1% e 2% nas sondagens da Quaest.

Aldo Rebelo (DC): Ex-ministro e ex-presidente da Câmara, Rebelo traz uma trajetória de seis mandatos. Antigo quadro da esquerda (PCdoB), ele se reinventou como crítico desse espectro e agora concorre pelo Democracia Cristã, registrando entre 1% e 2% das intenções de voto.